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  Notícias da Saúde
Novo modelo classifica atendimento por gravidade no Pronto Socorro


SES/RR

Para manter a organização e dar prioridade aos casos mais graves, a direção do Pronto Atendimento Airton Rocha (PAAR) adotou a classificação dos pacientes que procuram a unidade. A medida visa agilizar e evitar demora nos atendimentos na rede pública de saúde.

De acordo com números do Pronto Socorro e do Pronto Atendimento, em média, 13 mil pessoas são atendidas todos os meses nas duas unidades. De domingo (6 de junho) à quarta-feira (9) foram 1.939 atendimentos no PA e PS. Na semana seguinte, de domingo (13) à quarta-feira (16) foram 1.888 pessoas atendidas nas duas unidades. Em média, 85% dos atendimentos são feitos no Pronto Atendimento. 

O diretor do PAAR e do Pronto Socorro Francisco Elesbão (PS), Douglas Teixeira, explica que no primeiro momento, após preencher a ficha, o paciente recebe um pré-atendimento onde será classificado como azul (consulta de baixa e média complexidades) ou vermelho (urgência – atendimento rápido).

Conforme Teixeira, a classificação por cores é colocada na ficha da pessoa. “Assim temos controle dos pacientes que se encontram na unidade de saúde e necessitam de atendimento imediato e daqueles que podem esperar, sem comprometer o estado de saúde do paciente”, disse o médico.

O secretário estadual de Saúde, Rodolfo Pereira, disse os pacientes em estado mais grave e que precisam de atendimento rápido serão consultados em menor tempo. “Isso dá mais organização e evita transtornos, já que muitas pessoas em estado grave serão consultadas pelo médico e até mesmo internadas de forma mais ágil”, destacou.

O Ministério da Saúde (MS) preconiza atendimento em até 4horas nos casos de pacientes que necessitam de consultas de baixa e média complexidades, que poderiam ser acolhidos pela atenção básica de saúde, oferecida através dos municípios. Já nos casos de urgência, a pessoa deve ser atendida o mais rápido possível na unidade de alta complexidade.

Teixeira disse que em média, sete a cada dez pessoas atendidas no PA deveriam ter procurado um posto de saúde. “Em casos mais simples e sem urgência, a atenção básica deve ser utilizada para diminuir o fluxo de pacientes nas unidades de média e alta complexidade, como PA e Hospital da Criança. Caso necessário, as pessoas serão encaminhadas do posto para um especialista”, explicou.

A dona de casa Joseane Martins disse que aprova a medida e que com isso os usuários terão maior atenção. “Sempre que precisamos de médicos nós viemos aqui. Às vezes o hospital está cheio demais e a diferenciação de casos era necessária”, falou.


PRONTO SOCORRO
Devem procurar o Pronto Socorro, aquelas pessoas que se encontram em situação de emergência, classificado como “prioridade zero”, que engloba acidentados, pessoas desacordadas, queimadas em mais de 25% do corpo ou parada cardíaca, por exemplo.
          

Bruno Perez/SESAU



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